Mostrando postagens com marcador colegas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador colegas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Emília Ferreiro: sua vida, pesquisas e contribuições para a alfabetização...

Fonte; http://www.grupoa.com.br/uploads/imagensTitulo/20110714055404_FERREIRO_Psicogenese_Lingua_Escrita.gif


Reflexões sobre Emilia Ferreiro e suas pesquisas, a partir da leitura do artigo de Telma Weisz:

*Texto sobre Emilia Ferreiro: atualmente ainda muito ativa.

*Contribuições para ensino da leitura e da escrita.

*Suas pesquisas promoveram uma revolução conceitual na alfabetização.

*Ferreiro nasceu na Argentina e vive atualmente no México.

*Doutorado orientado por Piaget.

*Deslocou o foco de investigação de sua pesquisa de “como se ensina” para “como se aprende”.

*Escrita: objeto sociocultural do conhecimento.

*Ideia de que o aprendiz precisa pensar sobre a escrita para se alfabetizar.

*A mão que escreve e o olho que lê estão sob o comando de um cérebro que pensa sobre a escrita.

*As crianças têm ideias sobre a escrita muito antes de a escola autorizá-las a aprender.

*Considerar a alfabetização como processo de construção do conhecimento.

*Uma abordagem psicogenética da alfabetização aumenta a responsabilidade da escola.

*Construção de uma metodologia adequada à nova compreensão sobre o processo de alfabetização.

*Construção da didática da língua.

*Explica o papel da rede de atos de leitura e escrita que hoje chamamos de ambiente alfabetizador.

*Nenhuma criança entra na escola sem saber nada sobre a escrita.

*O processo de alfabetização é longo e trabalhoso para todas as crianças.

*Cabe a escola garantir a quem precise um ambiente alfabetizador.

*Não é o ambiente que alfabetiza.

*Ambiente alfabetizador: ambiente que propicia interações com a língua escrita, mediadas por pessoas capazes de ler e escrever.

*Ambiente privilegiado para oferecer às crianças estas condições: a Educação Infantil.


Didáticas que dialoguem com a aprendizagem dos alunos, que reconheçam o conhecimento que eles já possuem, que faça a ponte entre esses conhecimentos e o que precisa ser ensinado, garantindo-lhes o direito de aprender - Telma Weisz

domingo, 4 de outubro de 2015

Primeiro contato com o curso, coordenação, colegas

          No dia 2 de setembro iniciou o curso do PEAD. Confesso que esteva muito ansioso, sempre que iniciamos uma nova caminhada, significa transpor novos desafios....
         Cheguei com quase uma hora de antecedência, visto que saio da escola onde estou lecionando e vou direto às aula, levando cerca de 2 horas no percurso. 
        A primeira aula, realizada no auditório, conheci a professora Rosane Aragon, que logo foi explicando como funcionaria o curso...aliás, de forma breve, visto que eu, novamente, bendito entre o fruto, no meio da mulherada....hehehe....
         Nem iniciou as explicações, a professora Rosane já passou à professora da disciplina de Infâncias, onde aprendi que hoje deve-se utilizar o conceito de "infâncias" e não mais "infância".
          A primeira aula da professora Fabiana, foi bem interativa.....e se estendeu durante toda a noite....
        Ao final, cada um de nós recebeu um texto para leitura e reflexão, a fim de que pudéssemos pensar num conceito de "infâncias"....
 O texto que recebi é possível ser lido na Revista da Folha - http://www1.folha.uol.com.br/revista/rf0205200405.htm . Entitulado, "o direito à tristeza", neste artigo Contardo Calligaris afirma que "[...]Idealizar a infância como tempo feliz é uma peça central do sentimento e da ideologia da modernidade".
      Destaco ainda a parte que li e reli diversas vezes, inclusive pretendo compartilhar este texto em alguma formação com colegas professores. Calligaris dá um 'conselho'  aos adultos: "[...] Conselho aos adultos (pais, terapeutas etc.): quando uma criança parece estar deprimida, o mais urgente não é reconhecer os "sinais" de uma doença e inventar jeitos de lhe devolver uma caricatura de sorriso. O mais urgente, para seu bem, é reconhecer que uma criança tem o DIREITO de estar triste, porque ela não é apenas um boneco cuja euforia deve nos consolar das perdas e danos de nossa existência; ela tem vida própria."


   Olha como fiquei quando, além de informado que já ingressei no 2º semestre do curso, que tenho disciplinas a recuperar (já cursadas)....hehehe