Mostrando postagens com marcador escrita. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador escrita. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Revisitando postagens - II

Refletindo sobre a alfabetização de adultos


fonte: http://fundacaojulita.org.br/alfabetizacao-de-adultos-tem-horarios-flexiveis/


       A educação popular possui muitos desafios, principalmente no que se refere à alfabetização de adultos. Hara (1992) pontua que várias dificuldades estão no cerce deste processo, que envolvem desde a prática docente que não consideram os saberes e experiências dos sujeitos ali presentes e também das enfrentadas pelos adultos, seja de trabalhos exaustivos, condições sociais, etc.
       Os sujeitos que frequentam a EJA são distintos, de realidades diversas, sendo que muitas vezes a educação escolar não é a sua prioridade, haja visto as dificuldades pelas quais passam, já que como Hara (1992) aponta a maioria provém de classes populares. Por isso, ela alerta sobre a necessidade de tornar a prática de alfabetização um ato político, constitutivo dos sujeitos, como ferramenta para seu desenvolvimento.
        Quanto às práticas docentes, sabemos que muitas vezes estão desconexas da realidade. Com relação à formação de professores para atuar na EJA, esta não prepara-os para atuar nesta modalidade e das especificidades de seu público-alvo, fazendo com que tenham que aprender na prática ou mesmo com práticas mecânicas tradicionais de leitura e de escrita, desconsiderando as diversidades dos sujeitos.
      Baseados nos estudos de Paulo Freire, Ana Teberosky e Emília Ferreiro, inferimos que a aprendizagem é um processo ativo e dinâmico, concebendo a visão de homem como sujeito de transformação e compreensão do mundo.
       O que fica bem claro é que tanto para adultos assim como para as crianças, a aquisição da escrita é conceitual e construída por meio das interações dos sujeitos com o meio. Por isso, Hara (1992) alerta para a necessidade de repensarmos as práticas alfabetizadoras com nova perspectiva de ação, já que a escrita é um sistema de representações construídas socialmente na história do homem e dominá-la é um processo cognitivo.
      Cada sujeito organiza de forma diferente seus conhecimentos, operando cognitivamente, o processo de socialização contribui para o desenvolvimento de sua autonomia, contribuindo com diferentes modos de construção do conhecimento.
       Assim, na alfabetização dos adultos, é fundamental considerarmos os saberes já construídos pelos sujeitos, pois estes já possuem uma história e conhecimentos.
           A prática mostrou que a EJA carece urgentemente de novas práticas e espaços. Para isso, há necessidade de se repensar a formação de professores no âmbito das Instituições de Ensino Superior, para que se lance um olhar sobre os sujeitos que ali estão, considerando-os na práxis docente, por isso “[...] o sujeito educador, precisa de uma sólida formação política e social, para atuar frente às propostas pedagógicas incoerentes com o contexto em que se desenvolvem os programas de EJA” (FRIEDRICH, et. al. 2010, p.404).
           Podemos afirmar que o PEAD possibilita uma transformação na formação dos futuros pedagogos, uma vez que permite o trabalho articulado de formação/prática, mediante vivências, experiências pedagógicas, que possibilitam aos novos docentes práticas alinhadas às necessidades dos sujeitos que ali estão.
              Ainda, urge a necessidade de novas políticas públicas com mais atenção à EJA e as condições ofertadas no país, ultrapassando velhas práticas tradicionais de ensino e falta de infraestrutura adequada. O Plano Nacional de Educação (PNE), atualmente em processo de esvaziamento por parte do governo federal, para o qual a educação é inimiga do desenvolvimento do país, é política fundamental que deve(ria) garantir o espaço que a EJA merece no Brasil.

Referência
HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio.  3. Ed. São Paulo: CEDI, 1992.


sábado, 22 de dezembro de 2018

Revisitando postagens


Refletindo sobre a alfabetização de adultos



          A educação popular possui muitos desafios, principalmente no que se refere à alfabetização de adultos. Hara (1992) pontua que várias dificuldades estão no cerce deste processo, que envolvem desde a prática docente que não consideram os saberes e experiências dos sujeitos ali presentes e também das enfrentadas pelos adultos, seja de trabalhos exaustivos, condições sociais, etc.
       Os sujeitos que frequentam a EJA são distintos, de realidades diversas, sendo que muitas vezes a educação escolar não é a sua prioridade, haja visto as dificuldades pelas quais passam, já que como Hara (1992) aponta a maioria provém de classes populares. Por isso, ela alerta sobre a necessidade de tornar a prática de alfabetização um ato político, constitutivo dos sujeitos, como ferramenta para seu desenvolvimento.
        Quanto às práticas docentes, sabemos que muitas vezes estão desconexas da realidade. Com relação à formação de professores para atuar na EJA, esta não prepara-os para atuar nesta modalidade e das especificidades de seu público-alvo, fazendo com que tenham que aprender na prática ou mesmo com práticas mecânicas tradicionais de leitura e de escrita, desconsiderando as diversidades dos sujeitos.
      Baseados nos estudos de Paulo Freire, Ana Teberosky e Emília Ferreiro, inferimos que a aprendizagem é um processo ativo e dinâmico, concebendo a visão de homem como sujeito de transformação e compreensão do mundo.
       O que fica bem claro é que tanto para adultos assim como para as crianças, a aquisição da escrita é conceitual e construída por meio das interações dos sujeitos com o meio. Por isso, Hara (1992) alerta para a necessidade de repensarmos as práticas alfabetizadoras com nova perspectiva de ação, já que a escrita é um sistema de representações construídas socialmente na história do homem e dominá-la é um processo cognitivo.
      Cada sujeito organiza de forma diferente seus conhecimentos, operando cognitivamente, o processo de socialização contribui para o desenvolvimento de sua autonomia, contribuindo com diferentes modos de construção do conhecimento.
       Assim, na alfabetização dos adultos, é fundamental considerarmos os saberes já construídos pelos sujeitos, pois estes já possuem uma história e conhecimentos.
         Neste sentido, tendo minha prática sido realizada numa turma da EJA, no período noturno, a partir do período de observação que realizei, meu planejamento semanal e por conseguinte, as práticas realizas, busquei pautar as atividades como significativas para os sujeitos que ali estavam, a partir do conhecimento de sua realidade, suas dificuldades, potencialidades e anseios. Estabelecemos uma relação para além de tradicional professor/alunos/alunos, para sujeitos que interagiam, estabeleciam trocas e aprendiam no coletivo.
          Conhecer os sujeitos, entender quem são e de onde ele vêm, é fundamental neste processo de trabalho com a EJA.

Referência
HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio.  3. Ed. São Paulo: CEDI, 1992.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Refletindo sobre a alfabetização de adultos

fonte: http://fundacaojulita.org.br/alfabetizacao-de-adultos-tem-horarios-flexiveis/


       A educação popular possui muitos desafios, principalmente no que se refere à alfabetização de adultos. Hara (1992) pontua que várias dificuldades estão no cerce deste processo, que envolvem desde a prática docente que não consideram os saberes e experiências dos sujeitos ali presentes e também das enfrentadas pelos adultos, seja de trabalhos exaustivos, condições sociais, etc.
       Os sujeitos que frequentam a EJA são distintos, de realidades diversas, sendo que muitas vezes a educação escolar não é a sua prioridade, haja visto as dificuldades pelas quais passam, já que como Hara (1992) aponta a maioria provém de classes populares. Por isso, ela alerta sobre a necessidade de tornar a prática de alfabetização um ato político, constitutivo dos sujeitos, como ferramenta para seu desenvolvimento.
        Quanto às práticas docentes, sabemos que muitas vezes estão desconexas da realidade. Com relação à formação de professores para atuar na EJA, esta não prepara-os para atuar nesta modalidade e das especificidades de seu público-alvo, fazendo com que tenham que aprender na prática ou mesmo com práticas mecânicas tradicionais de leitura e de escrita, desconsiderando as diversidades dos sujeitos.
      Baseados nos estudos de Paulo Freire, Ana Teberosky e Emília Ferreiro, inferimos que a aprendizagem é um processo ativo e dinâmico, concebendo a visão de homem como sujeito de transformação e compreensão do mundo.
       O que fica bem claro é que tanto para adultos assim como para as crianças, a aquisição da escrita é conceitual e construída por meio das interações dos sujeitos com o meio. Por isso, Hara (1992) alerta para a necessidade de repensarmos as práticas alfabetizadoras com nova perspectiva de ação, já que a escrita é um sistema de representações construídas socialmente na história do homem e dominá-la é um processo cognitivo.
      Cada sujeito organiza de forma diferente seus conhecimentos, operando cognitivamente, o processo de socialização contribui para o desenvolvimento de sua autonomia, contribuindo com diferentes modos de construção do conhecimento.
       Assim, na alfabetização dos adultos, é fundamental considerarmos os saberes já construídos pelos sujeitos, pois estes já possuem uma história e conhecimentos.

Referência
HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio.  3. Ed. São Paulo: CEDI, 1992.


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Aprimorando o hábito de escrever

fonte: http://escrevemos.com/files/styles/artigos_full/public/noticias/ganhar-dinheiro-escrevendo.jpg?itok=IkgUA5JS



A autoria na produção textual é um processo, na minha opinião. Ela decorre da construção do conhecimento. Ela não é tão simples, requer dedicação, concentração e apropriação sobre determinado assunto.
Normalmente estamos habituados a dissertar sobre determinado assunto partindo de leituras prévias ou fazendo uso de pesquisas/conhecimentos de autores de renome ou que estão apropriados sobre o que estamos pesquisando. Isso não significado menosprezar as fontes de pesquisa e recursos bibliográficos que estão à nossa disposição e que são frutos de fontes confiáveis de produção do conhecimento; pelo contrário, por vezes torna-se mais rápido e fácil ao abordarmos algo nos fazermos de experiências e ideias de outros autores.
Porém, no universo acadêmico e ao longo de nossa formação intelectual, é fundamental que desenvolvamos a autoria na produção textual. Ela decorre de muito estudo, leitura e pesquisa, cruzando dados e informações e atualizando-nos constantemente.
Só desenvolvemos a autoria praticando-a; desta forma, é fundamental que estejamos exercitando nossa autoria permanentemente; ela é um processo em construção. Pode não ser simples no início, mas à medida que vamos praticando ela se torna um exercício de reflexão.
O referencial teórico, formado pelo conjunto de bibliografia que tomamos como suporte para este exercício é fundamental para o desenvolvimento de nossa autoria de escrita acadêmica. Servem na maioria das vezes como ponto de partida de nosso trabalho, constituindo-se como base de nossa pesquisa inicial ou até mesmo como reafirmação de nossos resultados ou produtos da pesquisa, que implicam na produção intelectual através da escrita acadêmica.
       A proposta de analisar a qualificação das postagens de um colega, mais as suas próprias postagens realizadas nos respectivos blog, possibilita a ampliação dos horizontes da escrita acadêmica e o aperfeiçoamento desta habilidade de escrever.

domingo, 29 de novembro de 2015

Refletindo sobre a alfabetização.....

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjP5-U_GSv56E8C4Ut2QAOCGDPy2lauU5d1Za9vtOixSMZFZRQX-Y3qqo8jLXsiMg8BJMEWBMoEBDiddqAkV-fOFWbK5Co4GacUeMowWIGrddwgHWO5PQpb0Mz4zJJmIoBGNIYmXs5k0fI/s320/dormir_na_sala_de_aula.jpg


       Pensando sobre a Alfabetização, apropriação da escrita pela criança e reflexão sobre o texto de Maria Bernadete Marques Abaurre, eis alguns aspectos que achei interessante pontuar:
  • A sílaba tem um papel crucial no momento inicial do processo de aquisição do sistema escrito alfabético.
  • As crianças já são, desde cedo, capazes de elaborar hipóteses sobre o modo de grafar as palavras e elaborar textos significativos = desde que haja motivação para isso.
  • Assim que começam a usar letras as crianças demonstram dominar rapidamente as estruturas silábicas do tipo CV (sílaba canônica).
  • Inicialmente os textos produzidos são heterogêneos do ponto de vista das propostas de escrita para as diferentes palavras que o compõem.
  • Muitas das palavras escritas pelas crianças são cópias das escritas pelos adultos.
  • Muitas crianças, no momento de aquisição da escrita, tem a questão crucial de saber quantas são as posições disponíveis na sílaba, para serem preenchidas por letras.
  • Sílaba = unidade fonológica que organiza as melodias segmentais em termos de sonoridade.
  • No momento de adquirir a representação alfabética a criança passa por algumas dificuldades com relação ao reconhecimento da estrutura interna da sílaba.
  • Os professores precisam reconhecer que as hipóteses das crianças têm sua lógica.
  • O exercício da própria escrita alfabética levaria à análise da sílaba e ao reconhecimento de seus constituintes internos.
  • Complexidade da tarefa da análise da sílaba em seus constituintes internos a ser feita pela criança em processo de aquisição da linguagem oral e de sua representação escrita  de base alfabética.
  • Os professores devem dispor de informações sobre  a fonologia da sílaba que lhes permita analisar as hipóteses das crianças e identificar o tipo de dificuldade que muitas delas enfrentam para grafar as sílabas de estruturas mais complexas.
  • A melhor maneira de ajudar as crianças a realizar a análise da sílaba para identificar as posições que podem receber letras na escrita é através do trabalho com dados da própria escrita, criando situações-problema que levem às conclusões corretas.

        Contato com a escrita na sala de aula, comparação de hipóteses oferecidas pelas crianças de uma mesma sala para a escrita de determinadas palavras e a discussão de escritas por elas propostas, com mediação de professor = garantia que as crianças chegarão às conclusões corretas.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Emília Ferreiro: sua vida, pesquisas e contribuições para a alfabetização...

Fonte; http://www.grupoa.com.br/uploads/imagensTitulo/20110714055404_FERREIRO_Psicogenese_Lingua_Escrita.gif


Reflexões sobre Emilia Ferreiro e suas pesquisas, a partir da leitura do artigo de Telma Weisz:

*Texto sobre Emilia Ferreiro: atualmente ainda muito ativa.

*Contribuições para ensino da leitura e da escrita.

*Suas pesquisas promoveram uma revolução conceitual na alfabetização.

*Ferreiro nasceu na Argentina e vive atualmente no México.

*Doutorado orientado por Piaget.

*Deslocou o foco de investigação de sua pesquisa de “como se ensina” para “como se aprende”.

*Escrita: objeto sociocultural do conhecimento.

*Ideia de que o aprendiz precisa pensar sobre a escrita para se alfabetizar.

*A mão que escreve e o olho que lê estão sob o comando de um cérebro que pensa sobre a escrita.

*As crianças têm ideias sobre a escrita muito antes de a escola autorizá-las a aprender.

*Considerar a alfabetização como processo de construção do conhecimento.

*Uma abordagem psicogenética da alfabetização aumenta a responsabilidade da escola.

*Construção de uma metodologia adequada à nova compreensão sobre o processo de alfabetização.

*Construção da didática da língua.

*Explica o papel da rede de atos de leitura e escrita que hoje chamamos de ambiente alfabetizador.

*Nenhuma criança entra na escola sem saber nada sobre a escrita.

*O processo de alfabetização é longo e trabalhoso para todas as crianças.

*Cabe a escola garantir a quem precise um ambiente alfabetizador.

*Não é o ambiente que alfabetiza.

*Ambiente alfabetizador: ambiente que propicia interações com a língua escrita, mediadas por pessoas capazes de ler e escrever.

*Ambiente privilegiado para oferecer às crianças estas condições: a Educação Infantil.


Didáticas que dialoguem com a aprendizagem dos alunos, que reconheçam o conhecimento que eles já possuem, que faça a ponte entre esses conhecimentos e o que precisa ser ensinado, garantindo-lhes o direito de aprender - Telma Weisz

Reflexões sobre o desafio da prática pedagógica e a Psicogênese da Língua escrita

    


 Algumas reflexões acerca do texto sobre o desafio da prática pedagógica, tendo como base a Psicogênese da Língua escrita. Baseado em artigo de Débora Vaz e Rosaura Soligo.

*A escola brasileira não está conseguindo cumprir sua missão de ensinar a população a ler e a escrever.

*O conhecimento é fundamental para a qualidade de vida de um indivíduo.

*Para ensinar muito –e bem – é preciso acreditar verdadeiramente que todo aluno é capaz e tem direito ao conhecimento.

*Livro Psicogênese da Língua escrita: Teberosky e Ferreiro – verdadeira revolução conceitual nos pressupostos que sustentam as práticas de alfabetização.

*Compreender como  o sujeito-aprendiz constrói a língua.

*Compreender a língua enquanto conteúdo de alfabetização.

*Transformar as formas de ensinar.

*Alfabetização e escrita: sistema de representação da linguagem.

*O aluno pensa e tem contribuições sobre a língua escrita.

*Os processos de aprendizagem e conhecimentos prévios dos sujeitos passam a ser considerados.

*Investigar como pensam os alunos para favorecer o seu avanço.

*O professor deve atuar como aquele que busca investigar e interpretar os saberes dos alunos e a forma como se relacionam com a língua escrita.

*Perceber o contexto em que a alfabetização se desenvolve (ambiente alfabetizador).

*Nenhuma criança entra na escola sem nada saber sobre a escrita.

*O processo de alfabetização é longo e trabalhoso para todas as crianças.

*Os professores têm a tarefa de investigar que são as experiências e os saberes que os alunos têm com a diversidade de textos escritos.

*Como e em que medida as crianças tiveram a oportunidade de presenciar atos significativos de uso da língua escrita.

*O conhecimento didático tem três dimensões: teórica, prática e experimental.

*O conhecimento didático é o conhecimento do como, relacionado às formas de ensinar mais e melhor = intervenção pedagógica de qualidade.

*O tipo de conhecimento que falta aos professores precisa ser produzido, sistematizado, compartilhado, difundido.

*Falta do tratamento adequado ao conhecimento didático na formação de professores.

*Defesa da profissionalização do Magistério.

*Investimento concentrado e simultâneo na resolução dos diferentes problemas que provocam o fracasso escolar.

domingo, 11 de outubro de 2015

    Feriadão do Dia das Crianças, eu me dedicando às atividades das Interdisciplinas do PEAD....Atrasado em algumas, adiantando outras....

    Na Interdisciplina de Fundamentos da Alfabetização, muito legal os vídeos das Aulas 2 e 3, propostos pela professora....Emília Ferreiro...relembrando dos meus estudos do Curso Normal....
    Dois vídeos em que a professora Emilia trata sobre a leitura e escrita na Educação Infantil e também sobre a existência da idade certa para alfabetizar.....
     Pensando na reflexão, escolhi a imagem seguinte:
Fonte: http://www.rioeduca.net/admin/_m2brupload/_fck/yara/Cristiane/20131111183454.jpg

     De acordo com Emilia Ferreiro, é importante fornecer o acesso à leitura e escrita já na Educação Infantil.....propiciar à criança o acesso ao livro e a diversos materiais, ler em voz alta, com diferentes entonações, contar históricas, é um importante passo para introduzir as crianças ao mundo da leitura e da escrita.
      Emilia Ferreiro defende que seria fundamental as escolas possuírem bibliotecas de sala de aula, ou seja, nas próprias salas, os alunos terem acesso a bibliotecas, livros...Além da própria biblioteca da escola, a biblioteca em todas as salas, inclusive na Educação Infantil. Cita o exemplo no México, que trouxe grandes resultados.
     Destaca o papel do professor e da escola na contação de histórias, na introdução das crianças ao mundo da leitura e da escrita.....
     Sobre a idade certa para alfabetizar as crianças, a professora Emilia destaca que alfabetizar é um processo, processo este que se inicia muito cedo...Resulta das oportunidades em torno da criança....Se a criança está no ambiente com leitores, circundada com livros e outros materiais de acesso, ela está num ambiente estimulador, que dispõe de instrumentos para introduzi-la na cultura escrita....São necessários, o que ela chama, de OBJETOS DE APRENDIZAGEM.
     A alfabetização é um processo que se inicia muito cedo, segundo Emilia. "As crianças têm o péssimo hábito de não permitirem permissão para começarem a aprender. Começam a aprender sem pedir permissão". Segundo a pesquisadora cabe a nós adultos identificarmos se o processo está iniciado ou não (EIS O GRANDE DESAFIO, PRINCIPALMENTE, DO PROFESSOR!!!!). Emilia explica que nenhuma criança espera chegar seus 6 anos e ter um professor à sua frente para começar a aprender....Falta reconhecer o que a criança já sabem....
     Ótimas dicas de vídeo da professora Emilia Ferreiro: