sexta-feira, 6 de maio de 2016

Aprendendo sobre Libras


A Língua Brasileiras de Sinas – LIBRAS, é a forma de comunicação oficial entre os surdos. Sendo a linguagem um meio de interação social, comunicação e significação, ela é fundamental na vida das pessoas.
É importante refletir sobre a necessidade de nós, docentes, e também a sociedade, aprender Libras para comunicarmos.
Atualmente, Libras é parte integrante do currículo da formação de professores, para que estes aprendam esta forma de comunicação para relacionarem-se em sala de aula com os alunos que necessitam esta forma de comunicação, além de proporcionar aos demais da classe que aprendam.
Em minha prática docente, ainda não tive alunos surdos, com os quais necessitasse me comunicar usando Libras. No Município onde resido, São Vendelino, que possui 2.000 habitantes, também não há registro de pessoas surdas, até o momento.
Neste momento de meu aperfeiçoamento profissional, entendo necessária a aprendizagem de Libras, para que quando houver a necessidade de comunicar-me com um Surdo eu seja capaz de fazê-lo sem a necessidade de um intérprete.


Referências:
https://psidaianagallas.files.wordpress.com/2013/01/libras.png
http://www.adpec.org.br/2013/wp-content/uploads/2015/08/maos.png
https://somdasmaos.wordpress.com/2013/04/18/a-importancia-da-libras-na-sociedade/
https://www.portaleducacao.com.br/educacao/artigos/22074/a-importancia-da-comunicacao-em-libras-na-vida-das-pessoas-surdas

terça-feira, 3 de maio de 2016

Refletindo sobre a literatura: trabalhando com a diversidade

Hoje me proponho a escrever sobre diversidade, em especial a literatura disponível para trabalho nas escolas de Educação Básica, partindo de reflexões do texto de “Rosa Maria Hessel Silveira”, por proposição de Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem.
A partir da leitura do texto proposto, pensando em minha prática docente e na formação que venho desenvolvendo, na primeira parte do texto, a autora afirma que  “na última década uma preocupação mais programática com a formação da criança para “conhecer” e aceitar o diferente vem ensejando uma proliferação de títulos dentro de várias vertentes da temática (pág. 2)”. Esta é uma grande preocupação que se tem na formação dos alunos, principalmente para uso da diversidade de livros de literatura visando que os educandos tenham acesso a conhecer o diferente, compreendendo-o. Para o desenvolvimento destas ações, o Governo enriqueceu as bibliotecas escolares (e inclusive com o PNAIC bibliotecas nas salas do 1º ao 3º Ano do Ensino Fundamental) para que os alunos possam ter acesso a diversificada bibliografia.
Outro ponto trazido pela autora é que ““as “novas” obras, como quaisquer produtos culturais, também são produzidas dentro de contextos, valores, quadros de referências e verdades em que seus autores e autoras se situam” (pág.3). O objetivo destas é o desenvolvimento crítico e criativo dos cidadãos, que a partir do contato com os diferentes gêneros são convidados a ter seu próprio posicionamento, que pode inclusive diferir da visão trazida pelo autor. Isto pode ser corroborado com estudos realizados trazidos pela autora que afirma que os “autores estavam motivados por uma função pedagógica de uma abordagem “não preconceituosa”, mais “realista” de determinadas diferenças,” (pág. 3). Seja trazendo a questão das deficiências, das diferenças sociais, diferenças físicas, entre outras.

Com a evolução e a garantia dos direitos sociais no Brasil, é fundamental que a literatura também sirva como apoio no trabalho sobre o ser diferente em sala de aula, pois neste espaço a heterogeneidade é que enriquece o processo das relações humanas e contribui para a formação crítica dos alunos. Embora a bibliografia tenha avançado, ainda há pouco material disponível nas escolas para uso com os alunos, principalmente quanto a diferenças de gêneros. Ainda temos a presença de visões tradicionais, carregadas de fortes representações religiosas, até mesmo um tanto míticas para justificar as diferenças entre as pessoas, este é um dos motivos do atraso e da pouca bibliografia sobre o tema, além do fato de que é recente a inserção das temáticas sob novos e diferentes olhares nas escolas.
Na minha opinião, a inserção da temática das diferenças, do ser diferente, em sala de aula constitui um processo riquíssimo para o desenvolvimento crítico dos alunos. Embora concorde com a autora que ainda os livros estejam carregados de visões limitadas ou da necessidade da ampliação das visões para além daquelas priorizadas nos enfoques, este é um processo que esta em ampliação, uma vez que a sala de aula tornou-se um espaço de discussão e de infinitas possibilidades de trabalho.

Referências:
SILVEIRA, Rosa Maria Hessel. Nas tramas da Literatura Infantil: olhares sobre personagens “diferentes”.



domingo, 1 de maio de 2016

Ludicidade: desenvolvendo a criatividade

“Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem” (Carlos Drummond de Andrade).
Incorporar o lúdico no processo de ensino-aprendizagem é ampliar as possibilidades para os alunos aprenderem e se desenvolverem. Através dos jogos, das brincadeiras, da música e da dança, é possível criar um ambiente estimulador e que de prazer para que os alunos aprendam de diversas maneiras.
Este é um desafio para os professores em sala de aula: repensar sua prática docente e oferecer atividades diversificadas que contribuam para o processo de ensino-aprendizagem.
A palavra lúdico é originária do latim ludus e significa brincar. Piaget em sua teoria aponta para a importância do lúdico no desenvolvimento da criança.

Referências:
https://aprender.buzzero.com/buzzers/mirian_nogueira/10484/HotSiteImage.jpg
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/55787/ludicidade-desenvolvendo-talentos-criatividade-e-conhecimento
http://www.ufrgs.br/soft-livre-edu/pedagogiadobrincar/o-que-e-ludicidade/

Música na escola: aprender cantando

“Quem canta, seus males espanta!”
Todos nós conhecemos ou algum dia já ouvimos esta expressão sendo dita por alguém ou por nós mesmos. Pois bem, seu significado vai muito além.
A música além de fazer bem para alma, para o coração, é relaxante e possibilita um bem-estar para as pessoas. Além disso, ela proporciona aprendizagem.
Pois bem, no Brasil a Lei nº 11.769 inseriu o ensino da Música no currículo das Escolas de Educação Básica, com obrigatoriedade a partir do ano de 2012. Até então, cantar e aprender sobre música era facultativo, sendo também optativo para os professores, que embora em sua formação tenham aprendido a importância da música para o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos, nem sempre a tem como prática no cotidiano da sala de aula.
A partir da lei, fica obrigatório o ensino da Música nas escolas. O que a meu ver é um ganho ao currículo escolar. Embora seja facultativo como componente específico ou inserido dentro de Arte, a música amplia as possibilidades de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos.
No Município onde resido, São Vendelino, o ensino da música é integrante do currículo há muitos anos. Mas desde 2009 passou a ser de caráter semanal para os alunos dos Anos Iniciais e Educação Infantil , com profissional devidamente habilitado, além é claro, do próprio professor que diariamente está em sala de aula. Além da rede municipal, o Município oferece as aulas para os alunos da rede estadual, por meio do pagamento do professor de Música.
É uma aula muito esperada por todos os alunos que, além de aprender cantando, têm opção de aprenderem instrumentos musicais, teoria da música, sua História e tudo o que o currículo possibilita.

A imagem a seguir mostra uma apresentação de um grupo de alunos no projeto de contraturno escolar, para o aniversário do Município:


Referências:
http://acertodecontas.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/mundo-da-musica.gif
https://www.facebook.com/saovendelinors/?fref=ts

quarta-feira, 30 de março de 2016

Desafio da alfabetização das crianças com 6 anos

A reflexão que me proponho hoje no blog trata do desafio da alfabetização das crianças com 6 anos de idade.
Com a ampliação do Ensino Fundamental de 8 para  9 Anos de duração, as crianças passaram a frequentar o Ensino Fundamental com seis anos de idade. Foi um processo de adaptação tanto para a escola, quanto para os alunos; a estes últimos, maior ainda, pois a alfabetização, como processo, passou a ser enfatizada mais cedo, visando que as crianças construam o processo e o consolidem até os 8 anos.
Os estudos de Emilia Ferreiro, como vimos na Interdisciplina de Alfabetização, no semestre passado, apontam que quanto mais cedo as crianças entrarem em contato com o mundo da leitura e da escrita, mais favorecido será o processo de construção da língua e a alfabetização das crianças.
Embora seja um processo, que no novo modelo do Ensino Fundamental, possa ser consolidada até os 8 anos de idade (3º Ano), verificamos que o 1º Ano é uma etapa fundamental para a construção do sistema alfabético e, na prática, há um trabalho das escolas no sentido de que todas as crianças concluam o ano sabendo ler e escrever.
O Pacto Nacional da Alfabetização na Idade Certo, política nacional desenvolvida pelo Ministério da Educação em parceria com os Estados e Municípios, vem para fortalecer e instrumentalizar o trabalho docente por meio de formação continuada visando a melhoria da qualidade da educação brasileira e o sucesso no processo de alfabetização, para que todas as crianças estejam alfabetizadas até os 8 anos de idade.
O sistema de representação da linguagem (alfabetização e escrita) na prática, muitas vezes, se torna cansativo e árduo para grande parte das crianças com 6 anos de idade, seja pela prática tradicional desconectada muitas vezes da própria realidade, seja pelo entendimento de que a construção deva ocorrer logo no 1º ano e que esteja consolidada, o que não proceda, uma vez que a alfabetização é um processo em construção e estudos apontam que o processo efetivamente tem se solidificado até os 8 anos de idade.

Como professor do 1º Ano neste ano letivo de 2016, enxergo meu trabalho como um grande desafio na condução dos alunos na construção do processo de alfabetização, que a meu entender e como a própria política nacional pressupõe, não se esgota ao final do primeiro ano. Ele já pode ser iniciado desde muito pequenos, com o contato através de livros, materiais diversificados, num ambiente leitor. Há também a expectativa das famílias, que muitas vezes desconhecem o processo de construção e as etapas envolvidas.

Referências:
http://www.psicologiaexplica.com.br/wp-content/uploads/2014/03/leitura-crian%C3%A7as.jpg

terça-feira, 22 de março de 2016

De olho no blog....



De olho no Blog....
Este tema marca a reflexão proposta pelo Seminário Integrador III....
De olho em nossas postagens realizadas no semestre anterior, nossa missão é apontar as melhores e piores postagens realizadas...
O objetivo é dar forma e sentido à correta reflexão e utilização do blog como ferramenta de aprendizagem no PEAD....



Fonte: 
http://www.yummymummyclub.ca/sites/default/files/styles/sc610x358/public/blogging_0.jpg?itok=9oyeZ95L

De volta às aulas...com ânimo renovado!



Depois de um merecido período de férias, de volta ao início de mais um semestre letivo!
Para mim, o 2º semestre do PEAD/UFRGS.
Energias renovadas, descansado, em busca de aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional!
Escolhi uma imagem que representa a principal motivação para este reinício de semestre letivo..
Bem-vindos ao Seminário Integrador III...
Recepcionados pela professora Rosane e professor Crediné, Coordenador do Curso do PEAD e reencontrando colegas.


Fonte: http://biomedicina.mauriciodenassau.edu.br/files/2015/08/site.jpg