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sábado, 29 de junho de 2019

Revisitando postagens - IX

A escola e as tecnologias

fonte: https://www.slideshare.net/vuldembergue/tecnologia-na-escola-5596693


       Atualmente estamos imersos na sociedade em que as informações se atualizam rapidamente e novas tecnologias são criadas com muita rapidez. Todas estas questões têm reflexo imediato no ambiente escolar.
      Embora a escola tenha demorado mais tempo para se apropriar das tecnologias para delas fazer seu uso pedagógico, atualmente é possível desconectar as tecnologias de aprendizagem.
        Percebemos que muitos professores ainda têm muitas dificuldades em fazer o uso pedagógico das tecnologias. Primeiro, porque a maioria é de uma geração em que não existiam as tecnologias que hoje estão disponíveis e necessitam (re)aprendê-las. Segundo, um planejamento mais elaborado para dar finalidade pedagógica às tecnologias e seu uso com os alunos.
         Se olharmos para nossa História, percebemos que em diferentes épocas e contextos, cada um a seu tempo, existiam instrumentos que serviam para as finalidades, de acordo com o período histórico.
       É claro que atualmente existem muito mais opções que estão disponíveis, cabe a nós docentes nos adaptarmos e fazermos seu uso pedagógico.
         E nossas escolas, estão aproveitando as tecnologias? E nós professores?
         Cabe a cada um fazer uma reflexão......
         Para nós, do PEAD, fomos provocados e instigados ao longo de todo nosso curso para inserirmos as TICs em nosso fazer pedagógico, visando qualificar nossa prática docente.
         O uso das TICs foi fundamental na minha prática do estágio na EJA, onde consegui dar mais sentido aos estudantes e instigá-los a participar atividades, tornando-se protagonistas no processo de construção do conhecimento.

Revisitando postagens - VII

O uso pedagógico das tecnologias

fonte: http://www.cidademarketing.com.br/2009/blog/mercadologia/236/instituto-claro-lana-cartilha-tecnologias-na-escola-.html

       Nossa escola, embora situada no século XXI, mantém práticas arraigadas à época da sua criação. Ainda temos um sistema extremamente rígido, seriado e classificatório, onde a lógica da avaliação enquanto classificação ainda prevalece sobre a aprendizagem.
      Vivemos numa época em que as tecnologias são parte constituinte da vida de todos. Desde pequenos, já somos expostos a elas, seja no contato com telefones celulares que executam funções que vão muito além de fazer ligações ou enviar mensagens, até computadores ou outros que são facilmente dominados, principalmente pelas crianças, que geralmente aprendem mais rapidamente a fazer seu uso.
    O desafio está posto para a Educação. Embora as Tecnologias da Comunicação e Informação (TIC) terem sido introduzidas nas instituições escolares, meio que à força, sem necessariamente ser da vontade destas e dos docentes, ainda são postos desafios que necessitam ser transpassados para que elas façam parte realmente do processo de construção do conhecimento, com novas e infinitas possibilidades.
      Primeiro, temos de pensar na infraestrutura de TODAS AS ESCOLAS do Brasil. Ainda encontramos muitas escolas que não possuem sequer um laboratório de informática ou acesso à internet que possibilite o uso educacional. 
      Segundo, a manutenção destes equipamentos e sua substituição. Grande parte das escolas foi contemplada com diversos equipamentos tecnológicos e carecem de sua substituição.
      Terceiro, incorporar à prática dos docentes o uso das tecnologias como novas possibilidades de ensinar e de aprender. Elas demandam mais tempo e planejamento, o que muitas vezes desestimula os professores a utilizarem, haja visto que estão sobrecarregados de tarefas burocráticas, jornadas exaustivas e número elevado de alunos por turma. Também temos de apontar certa resistência por parte de muitos docentes que foram formados de forma tradicional, o que resulta em dificuldades de mudança de suas práticas.
       Mas as possibilidades são infinitas. Comecemos utilizando os conhecimentos que os próprios alunos já possuem das diversas tecnologias, que vão desde um celular com acesso à internet a outros equipamentos (notebook, computadores etc.).
      Outra possibilidade reside no planejamento em rede, quando reunir os professores na escola e planejar as finalidades e usos educativos que as tecnologias possibilitam.
      Cabe aos mantenedores das diversas redes, a necessidade de investir na formação continuada dos professores e na oferta de infraestrutura às escolas.
       Cabe a nós, docentes, a mudança de nossa prática docente.
       Neste sentido, durante o estágio docente no final de 2018, provocado ao longo do curso do PEAD, pautei meu planejamento no uso das tecnologias com os alunos da EJA, que até então não estavam acostumados a fazer uso destas como ferramentas de aprendizagem.
        Os resultados foram muito exitosos: alunos motivados, aprendendo, trocando informações e fazendo o uso das tecnologias.
          Houve uma reconfiguração do espaço do aprender, dando mais sentido e significado para o processo de construção do conhecimento.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Como o sujeito constroi conhecimento, segundo Piaget

Fonte: https://pedagogiaconcursos.com/jean-piaget-biografia/


      A teoria de Jean Piaget apresenta alguns aspectos bem distintos da teoria de Vygotsky. Porém, traz contribuições importantes para a educação e o entendimento de como os sujeitos constroem seu conhecimento.
    Segundo Piaget, temos uma construção endógena dos conceitos, ou seja, interna. Para ele, existe uma estreita ligação entre a linguagem e o pensamento, sendo que o segundo precede a primeira.
      A formação do pensamento como representação conceitual ocorre ao mesmo tempo em que a linguagem se desenvolve. Ambos estão vinculados à função simbólica.
     Para o autor, há uma lógica de coordenação das ações uma vez que a linguagem sensório-motora vem antes da linguagem. Todas as atividades dos sujeitos são controladas nas coordenações gerais das ações. As raízes do pensamento se encontram nos esquemas de ação, prefigurados no funcionamento nas estruturas mais complexas.
     Piaget, para explicar a evolução do comportamento humano, incluídas aí a linguagem e a inteligência, propõe a continuidade como reconstrução das estruturas anteriormente adquiridas. Atenta, neste percurso, para a importância das relações sociais na formação do pensamento conceitual, sendo que a evolução do pensamento como produto também das interações sociais na condição de permanecer garantida a atividade de processos internos e a continuidade, com reconstrução, de conquistas anteriormente alcançadas.
     De acordo com este autor, se as crianças, uma vez atingida a representação e a função simbólica, não exercitaram a recordação e reconstituição das memórias e das ações vividas, através das narrativas, os esquemas não serão interiorizados e não se transformarão em conceitos.
    Há a necessidade permanente de troca simbólica como meio de reconstituição do vivido e interação dos pontos de vista, no processo de construção interna do sujeito.
    Neste sentido, Piaget aponta a necessidade da formação de estruturas internas ao educando, uma vez que segundo seus estudos o pensamento precede a linguagem.
     Os estudos de Piaget são fundamentais para entender o desenvolvimento das estruturas internas que permitem ao sujeito a construção dos conhecimentos. É vital que os docentes (e futuros docentes) conheçam sua teoria de desenvolvimento dos sujeitos.
     Compreendendo como o aluno se desenvolve, é possível planejar de acordo com as necessidades da turma, respeitadas as individualidades de cada educando.

Referências
MONTOYA, Adrián Oscar Dongo.  Pensamento e linguagem: percurso piagetiano de investigação. Psicologia em estudo, v. 11,  n. 1, p. 119- 127, jan/abr 2006.



terça-feira, 3 de abril de 2018

O uso pedagógico das tecnologias

fonte: http://www.cidademarketing.com.br/2009/blog/mercadologia/236/instituto-claro-lana-cartilha-tecnologias-na-escola-.html

       Nossa escola, embora situada no século XXI, mantém práticas arraigadas à época da sua criação. Ainda temos um sistema extremamente rígido, seriado e classificatório, onde a lógica da avaliação enquanto classificação ainda prevalece sobre a aprendizagem.
      Vivemos numa época em que as tecnologias são parte constituinte da vida de todos. Desde pequenos, já somos expostos a elas, seja no contato com telefones celulares que executam funções que vão muito além de fazer ligações ou enviar mensagens, até computadores ou outros que são facilmente dominados, principalmente pelas crianças, que geralmente aprendem mais rapidamente a fazer seu uso.
    O desafio está posto para a Educação. Embora as Tecnologias da Comunicação e Informação (TIC) terem sido introduzidas nas instituições escolares, meio que à força, sem necessariamente ser da vontade destas e dos docentes, ainda são postos desafios que necessitam ser transpassados para que elas façam parte realmente do processo de construção do conhecimento, com novas e infinitas possibilidades.
      Primeiro, temos de pensar na infraestrutura de TODAS AS ESCOLAS do Brasil. Ainda encontramos muitas escolas que não possuem sequer um laboratório de informática ou acesso à internet que possibilite o uso educacional. 
      Segundo, a manutenção destes equipamentos e sua substituição. Grande parte das escolas foi contemplada com diversos equipamentos tecnológicos e carecem de sua substituição.
      Terceiro, incorporar à prática dos docentes o uso das tecnologias como novas possibilidades de ensinar e de aprender. Elas demandam mais tempo e planejamento, o que muitas vezes desestimula os professores a utilizarem, haja visto que estão sobrecarregados de tarefas burocráticas, jornadas exaustivas e número elevado de alunos por turma. Também temos de apontar certa resistência por parte de muitos docentes que foram formados de forma tradicional, o que resulta em dificuldades de mudança de suas práticas.
       Mas as possibilidades são infinitas. Comecemos utilizando os conhecimentos que os próprios alunos já possuem das diversas tecnologias, que vão desde um celular com acesso à internet a outros equipamentos (notebook, computadores etc.).
      Outra possibilidade reside no planejamento em rede, quando reunir os professores na escola e planejar as finalidades e usos educativos que as tecnologias possibilitam.
      Cabe aos mantenedores das diversas redes, a necessidade de investir na formação continuada dos professores e na oferta de infraestrutura às escolas.
       Cabe a nós, docentes, a mudança de nossa prática docente.

domingo, 1 de abril de 2018

A escola e as tecnologias

fonte: https://www.slideshare.net/vuldembergue/tecnologia-na-escola-5596693


       Atualmente estamos imersos na sociedade em que as informações se atualizam rapidamente e novas tecnologias são criadas com muita rapidez. Todas estas questões têm reflexo imediato no ambiente escolar.
      Embora a escola tenha demorado mais tempo para se apropriar das tecnologias para delas fazer seu uso pedagógico, atualmente é possível desconectar as tecnologias de aprendizagem.
        Percebemos que muitos professores ainda têm muitas dificuldades em fazer o uso pedagógico das tecnologias. Primeiro, porque a maioria é de uma geração em que não existiam as tecnologias que hoje estão disponíveis e necessitam (re)aprendê-las. Segundo, um planejamento mais elaborado para dar finalidade pedagógica às tecnologias e seu uso com os alunos.
         Se olharmos para nossa História, percebemos que em diferentes épocas e contextos, cada um a seu tempo, existiam instrumentos que serviam para as finalidades, de acordo com o período histórico.
       É claro que atualmente existem muito mais opções que estão disponíveis, cabe a nós docentes nos adaptarmos e fazermos seu uso pedagógico.
         E nossas escolas, estão aproveitando as tecnologias? E nós professores?
         Cabe a cada um fazer uma reflexão......

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Aprendendo sobre Libras


A Língua Brasileiras de Sinas – LIBRAS, é a forma de comunicação oficial entre os surdos. Sendo a linguagem um meio de interação social, comunicação e significação, ela é fundamental na vida das pessoas.
É importante refletir sobre a necessidade de nós, docentes, e também a sociedade, aprender Libras para comunicarmos.
Atualmente, Libras é parte integrante do currículo da formação de professores, para que estes aprendam esta forma de comunicação para relacionarem-se em sala de aula com os alunos que necessitam esta forma de comunicação, além de proporcionar aos demais da classe que aprendam.
Em minha prática docente, ainda não tive alunos surdos, com os quais necessitasse me comunicar usando Libras. No Município onde resido, São Vendelino, que possui 2.000 habitantes, também não há registro de pessoas surdas, até o momento.
Neste momento de meu aperfeiçoamento profissional, entendo necessária a aprendizagem de Libras, para que quando houver a necessidade de comunicar-me com um Surdo eu seja capaz de fazê-lo sem a necessidade de um intérprete.


Referências:
https://psidaianagallas.files.wordpress.com/2013/01/libras.png
http://www.adpec.org.br/2013/wp-content/uploads/2015/08/maos.png
https://somdasmaos.wordpress.com/2013/04/18/a-importancia-da-libras-na-sociedade/
https://www.portaleducacao.com.br/educacao/artigos/22074/a-importancia-da-comunicacao-em-libras-na-vida-das-pessoas-surdas