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sábado, 29 de junho de 2019

Revisitando postagens - IX

A escola e as tecnologias

fonte: https://www.slideshare.net/vuldembergue/tecnologia-na-escola-5596693


       Atualmente estamos imersos na sociedade em que as informações se atualizam rapidamente e novas tecnologias são criadas com muita rapidez. Todas estas questões têm reflexo imediato no ambiente escolar.
      Embora a escola tenha demorado mais tempo para se apropriar das tecnologias para delas fazer seu uso pedagógico, atualmente é possível desconectar as tecnologias de aprendizagem.
        Percebemos que muitos professores ainda têm muitas dificuldades em fazer o uso pedagógico das tecnologias. Primeiro, porque a maioria é de uma geração em que não existiam as tecnologias que hoje estão disponíveis e necessitam (re)aprendê-las. Segundo, um planejamento mais elaborado para dar finalidade pedagógica às tecnologias e seu uso com os alunos.
         Se olharmos para nossa História, percebemos que em diferentes épocas e contextos, cada um a seu tempo, existiam instrumentos que serviam para as finalidades, de acordo com o período histórico.
       É claro que atualmente existem muito mais opções que estão disponíveis, cabe a nós docentes nos adaptarmos e fazermos seu uso pedagógico.
         E nossas escolas, estão aproveitando as tecnologias? E nós professores?
         Cabe a cada um fazer uma reflexão......
         Para nós, do PEAD, fomos provocados e instigados ao longo de todo nosso curso para inserirmos as TICs em nosso fazer pedagógico, visando qualificar nossa prática docente.
         O uso das TICs foi fundamental na minha prática do estágio na EJA, onde consegui dar mais sentido aos estudantes e instigá-los a participar atividades, tornando-se protagonistas no processo de construção do conhecimento.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Revisitando a postagem VII

As Histórias não contadas no cotidiano


fonte: https://www.youtube.com/watch?v=wQk17RPuhW8


Hoje minha reflexão neste post parte de um vídeo proposto pela interdisciplinar de Libras, intitulado “O perigo de uma história única”.
O vídeo mostra o fato de que cotidianamente assistimos e acompanhamos histórias que vemos como normais. A própria mídia e os meios de comunicação nos apresentam histórias ditas reais e normais, que acabamos assimilando e enxergando como únicas.
Não nos damos conta, neste contexto, das histórias reais, de pessoas reais, que não são contadas pela mídia ou pelos filmes.
Vivemos nossa realidade, não costumamos pensar e tentar enxergar o mundo de outras culturas, outros fazeres, outras histórias e experiências. Fica mais fácil apropriarmos do que conhecemos e julgamos como real e normal.
O vídeo possibilita uma ampla reflexão de como vemos e pensamos as coisas.
Também serve como desafio para nossa prática docente, explorar a realidade e cotidiano dos nossos alunos para enriquecer nosso fazer pedagógica e trazer para a sala de aula  outras realidades e histórias.
Ao realizar o planejamento da prática docente do estágio, busquei inicialmente as fontes arquivadas ao longo do curso do PEAD, para que minha formação intelectual pudesse ser refletida e aplicada na prática docente, assim como objetiva este curso de Licenciatura.
Neste sentido, ao desenvolver o projeto "Identidade", um dos focos iniciais eram os alunos, com suas identidades e histórias de vida. Para podermos caminhar juntos ao longo desta etapa do estágio, era fundamental que nos conhecêssemos como sujeitos dotados de uma constituição, de uma formação e de uma história de vida. Assim, a primeira atividade desenvolvida foi para conhecer os alunos e suas histórias de vida, para que subsidiassem o projeto ora desenvolvido. Claro, que à medida que fomos interagindo durante o estágio, pudemos nos conhecer mais, o que enriqueceu a prática docente, as relações estabelecidas e o sucesso do projeto que estávamos desenvolvendo.

Revisitando a postagem


Memória e história: a fotografia em questão





Fonte: http://blog.emania.com.br/content/uploads/2015/07/fotografo-iniciante1.jpg


Vivemos num mundo em que as mudanças ocorrem de forma cada vez mais rápida. Às vezes, quando nos damos conta, acontecimentos já fazem parte do nosso passado.
Nossa sociedade capitalista cria diariamente muitas tecnologias que passam a influenciar em nossas vidas e das quais até por vezes nos tornamos dependentes.
A fotografia, como reflete Felizardo e Samain (2007) também evoluiu muito com o passar dos anos. Antigamente, as câmera possuíam filmes que poderiam levar dias até serem revelados; hoje, com as câmeras digitais, instantaneamente já podemos conferir as imagens. Qualquer pessoa pode se tornar um fotógrafo amador; até mesmo os celulares dispõem de câmeras com boa definição.
No entanto, nos acostumamos, alertam os autores, a manter as fotografias armazenadas em mídias diversas (CDs, DVDs, HDs), inclusive nas próprias câmeras digitas (ou dos celulares), cujas memórias são cada vez maiores ou utilizamos de cartões de memória. A rapidez com que podemos excluir aquelas que não nos agradam ou não nos interessam ou até mesmo a possibilidade de perder fotos que fazem parte de memórias importantes de nossa História, são o contraponto desta facilidade de registrar.
Perdeu-se o hábito de revelar e armazenar em álbuns (ou semelhantes) as fotografias, dando sentido e sequência à nossa história de vida ou acontecimentos que nos são muito importantes, seja de nossa memória individual ou coletiva.
Segundo Felizardo e Samain (2007, pág. 217)
[...] Fotografar significa congelar no tempo a nossa memória, atestar e perpetuar a nossa existência. [...] parar no tempo e no espaço algo que, para nós, tenha sido provavelmente importante ou simplesmente agradável, familiar, bonito atraente.
Isso não significa que esta evolução da fotografia seja negativo em nossa vida, mas sim que passa, no contexto atual, por uma nova forma de arquivar e guardar nossas memórias, nossa História.
Durante minha prática docente no PEAD, ao longo do segundo semestre de 2018, desenvolvi o PPA sobre "Identidade", visando trabalhar a história de vida dos estudantes, do bairro onde residem e da escola, inter-relacionando com suas vidas e possibilidades. A questão da memória e história fizeram parte do projeto, uma vez que lidamos com estas questões no que se refere à vida dos estudantes, ao bairro Sarandi e à escola. Trabalhamos com o uso das fotografias para dar sentido à memória e á história, para que compreendessem o contexto em que  estão vivendo, as transformações e as possibilidades.

FONTES
FELIZARDO, Adair; SAMAIN, Etienne. A fotografia como objeto e recurso de memória. Discursos fotográficos. Londrina, v.3, n.3, p.205-220, 2007. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/discursosfotograficos/article/view/1500/1246> Acesso em: dez. 2016.

sábado, 22 de dezembro de 2018

Revisitando postagens



Refletindo sobre alfabetização.....


 Pensando sobre a Alfabetização, apropriação da escrita pela criança e reflexão sobre o texto de Maria Bernadete Marques Abaurre, eis alguns aspectos que achei interessante pontuar:
  • A sílaba tem um papel crucial no momento inicial do processo de aquisição do sistema escrito alfabético.
  • As crianças já são, desde cedo, capazes de elaborar hipóteses sobre o modo de grafar as palavras e elaborar textos significativos = desde que haja motivação para isso.
  • Assim que começam a usar letras as crianças demonstram dominar rapidamente as estruturas silábicas do tipo CV (sílaba canônica).
  • Inicialmente os textos produzidos são heterogêneos do ponto de vista das propostas de escrita para as diferentes palavras que o compõem.
  • Muitas das palavras escritas pelas crianças são cópias das escritas pelos adultos.
  • Muitas crianças, no momento de aquisição da escrita, tem a questão crucial de saber quantas são as posições disponíveis na sílaba, para serem preenchidas por letras.
  • Sílaba = unidade fonológica que organiza as melodias segmentais em termos de sonoridade.
  • No momento de adquirir a representação alfabética a criança passa por algumas dificuldades com relação ao reconhecimento da estrutura interna da sílaba.
  • Os professores precisam reconhecer que as hipóteses das crianças têm sua lógica.
  • O exercício da própria escrita alfabética levaria à análise da sílaba e ao reconhecimento de seus constituintes internos.
  • Complexidade da tarefa da análise da sílaba em seus constituintes internos a ser feita pela criança em processo de aquisição da linguagem oral e de sua representação escrita  de base alfabética.
  • Os professores devem dispor de informações sobre  a fonologia da sílaba que lhes permita analisar as hipóteses das crianças e identificar o tipo de dificuldade que muitas delas enfrentam para grafar as sílabas de estruturas mais complexas.
  • A melhor maneira de ajudar as crianças a realizar a análise da sílaba para identificar as posições que podem receber letras na escrita é através do trabalho com dados da própria escrita, criando situações-problema que levem às conclusões corretas.

        Contato com a escrita na sala de aula, comparação de hipóteses oferecidas pelas crianças de uma mesma sala para a escrita de determinadas palavras e a discussão de escritas por elas propostas, com mediação de professor = garantia que as crianças chegarão às conclusões corretas.
      Alfabetizar tem uma significado mais amplo, complexo. Não se trata simplesmente de se referir ao aprendizado da leitura e escrita, ou da alfabetização matemática. Significa compreender-se enquanto sujeitos históricos, ativos, políticos, constituídos de uma vida.
       Neste sentido, o planejamento do professor que atua na alfabetização, em especial na EJA, onde tive a oportunidade de realizar minha prática docente do estágio, vai além de um planejamento rígido, objetivo. Ele é amplo, dinâmico, levando em consideração os sujeitos e sua história de vida.
       Precisamos considerar estes aspectos, assim como contextualiza o Parecer CEB/CNE nº 11 (Brasil, 2000). A EJA, tem funções diversas, sendo reparadora, equalizadora e qualificadora. Hoje o público que frequenta a EJA mudou, pois a idade pode variar de 15 aos 80 (ou até mais). O professor deve ter um olhar atento, para que sua prática docente possibilite o desenvolvimento integral destes sujeitos, que se reconheçam como ativos na sociedade e (re)conheçam-se como detentores de direitos e deveres civis.

Referência

PARECER CEB Nº 11/2000. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos

domingo, 1 de abril de 2018

A escola e as tecnologias

fonte: https://www.slideshare.net/vuldembergue/tecnologia-na-escola-5596693


       Atualmente estamos imersos na sociedade em que as informações se atualizam rapidamente e novas tecnologias são criadas com muita rapidez. Todas estas questões têm reflexo imediato no ambiente escolar.
      Embora a escola tenha demorado mais tempo para se apropriar das tecnologias para delas fazer seu uso pedagógico, atualmente é possível desconectar as tecnologias de aprendizagem.
        Percebemos que muitos professores ainda têm muitas dificuldades em fazer o uso pedagógico das tecnologias. Primeiro, porque a maioria é de uma geração em que não existiam as tecnologias que hoje estão disponíveis e necessitam (re)aprendê-las. Segundo, um planejamento mais elaborado para dar finalidade pedagógica às tecnologias e seu uso com os alunos.
         Se olharmos para nossa História, percebemos que em diferentes épocas e contextos, cada um a seu tempo, existiam instrumentos que serviam para as finalidades, de acordo com o período histórico.
       É claro que atualmente existem muito mais opções que estão disponíveis, cabe a nós docentes nos adaptarmos e fazermos seu uso pedagógico.
         E nossas escolas, estão aproveitando as tecnologias? E nós professores?
         Cabe a cada um fazer uma reflexão......

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Um olhar sobre minha escola: leituras do coletivo

fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirVoi2bV8Qgb2U6DGUrCLmG6ykdGUooVgtA102rPT1IFRtrFSyp8QaJbwKw4YVf8TdaEAOZXN-1UoQX0w7szjP6zrM7b7a5Ibi7iWzfDQRJf2f8Ihg4NMiCvS84RUdCv2JLolUoJBCN80/s1600/th%255B9%255D.jpg

A escola onde atuo oferece Ensino Fundamental completo; trata-se de uma escola polo, de um pequeno município, a única que oferece esta etapa da Educação Básica da rede municipal. Recebe alunos oriundos de todos os bairros e localidades do Município.
Para que isso ocorresse, foi necessário o fechamento das outras três escolas que haviam no Município, processo ocorrido devido à diminuição de número de matrículas e famílias nestas comunidades. Arroyo afirma no seu texto que [...] Não ter escola ou fechá-la e levar os filhos para outro lugar é sacrificar sua existência como comunidade humana, mais um mecanismo de tornar a comunidade inexistente, invisível.
As escolas que foram fechadas localizavam-se no campo sendo que os alunos foram levados para a escola “da cidade’. Ora, Noé já alertava que o processo educacional emerge  através da família, igreja, escola e comunidade. Desta forma, a escola passa a fazer parte da identidade local, refletindo os sujeitos, seus tempos e espaços. Neste sentido, Arroyo defende que as Escolas devam ter as marcas de suas culturas e identidades, com educadores professores arraigados nas comunidades. Neste sentido, o que observamos com o nucleamento dos alunos, é a destruição das formas ancestrais de viver, de produção da vida humana, das identidades e dos saberes, como o autor aponta em seu texto.
Desta forma, a realidade da educação municipal e da própria escola onde atuo sofreu profundas transformações, principalmente na última década. Sendo a escola como uma construção da modernidade, afirmam Missio e Cunha, percebemos que diferentes sujeitos, de tempos, espaços e realidades distintas passaram a conviver e interagir no espaço escolar. Ao passo que a escola mantém seu preceitos e estruturas muito semelhantes à época da sua constituição, embora os sujeitos e tempos sejam outros. Isto acaba por influenciar e interferir nas relações que se dão dentro e fora dela, incluindo no próprio cerne da comunidade.
Percebo que mesmo muitas mudanças terem acontecido, há a predominância ainda de aspectos que são fortemente marcados por poder, onde as práticas tradicionais ainda emperram uma efetiva gestão democrática e muitas vezes acabam por interferir na transformação do espaço escolar num local dinâmico. Há uma massificação, onde o todo que forma este espaço, mesmo que de origem distintas, são tratados como iguais, no sentido de homogeneizar as práticas, sem considerar suas origens e culturas. Arroyo chama isso de “pedagogias” destruidoras, sacrificiais dos saberes e identidades porque destruidoras de suas formas de produção do viver-ser, da terra, do território, do espaço de onde provém e vivem cada um desses atores, impondo um modelo único de cultura.
Como contraposição, resta o desafio apontado por Arroyo quando afirma que vincular ações coletivas, conhecimento e pedagogias supõe o reconhecimento das experiências e ações desses coletivos organizados ou não em movimentos sociais, bem como de seus contextos, espaços e tempos.
Outro olhar sobre esta realidade, diz respeito ao processo de construção de conhecimento, também emperrado pela homogeneização da forma de ensinar e de aprender, onde todos são ensinadas e devem aprender no mesmo tempo e à mesma velocidade. Candau alerta que o que deve ser mudado não é a cultura do aluno, mas sim a da escola, transformando-a num espaço de múltiplas aprendizagens e trocas, respeitando a autonomia e identidade dos sujeitos que ali interagem.

Referências
ARROYO, Miguel G. Ações coletivas e conhecimento: outras pedagogias?
CANDAU, Vera Maria Ferrão. Sociedade, cotidiano escolar e cultura(s): uma aproximação.
MISSIO, Luciani; Cunha, Jorge Luiz da. Um olhar sobre a educação moderna no século XXI.

NOÉ, Alberto. A relação Educação e Sociedade: os fatores sociais que intervém no processo educativo.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Memória e História: a fotografia em questão

Fonte: http://blog.emania.com.br/content/uploads/2015/07/fotografo-iniciante1.jpg


Vivemos num mundo em que as mudanças ocorrem de forma cada vez mais rápida. Às vezes, quando nos damos conta, acontecimentos já fazem parte do nosso passado.
Nossa sociedade capitalista cria diariamente muitas tecnologias que passam a influenciar em nossas vidas e das quais até por vezes nos tornamos dependentes.
A fotografia, como reflete Felizardo e Samain (2007) também evoluiu muito com o passar dos anos. Antigamente, as câmera possuíam filmes que poderiam levar dias até serem revelados; hoje, com as câmeras digitais, instantaneamente já podemos conferir as imagens. Qualquer pessoa pode se tornar um fotógrafo amador; até mesmo os celulares dispõem de câmeras com boa definição.
No entanto, nos acostumamos, alertam os autores, a manter as fotografias armazenadas em mídias diversas (CDs, DVDs, HDs), inclusive nas próprias câmeras digitas (ou dos celulares), cujas memórias são cada vez maiores ou utilizamos de cartões de memória. A rapidez com que podemos excluir aquelas que não nos agradam ou não nos interessam ou até mesmo a possibilidade de perder fotos que fazem parte de memórias importantes de nossa História, são o contraponto desta facilidade de registrar.
Perdeu-se o hábito de revelar e armazenar em álbuns (ou semelhantes) as fotografias, dando sentido e sequência à nossa história de vida ou acontecimentos que nos são muito importantes, seja de nossa memória individual ou coletiva.
Segundo Felizardo e Samain (2007, pág. 217)
[...] Fotografar significa congelar no tempo a nossa memória, atestar e perpetuar a nossa existência. [...] parar no tempo e no espaço algo que, para nós, tenha sido provavelmente importante ou simplesmente agradável, familiar, bonito atraente.
Isso não significa que esta evolução da fotografia seja negativo em nossa vida, mas sim que passa, no contexto atual, por uma nova forma de arquivar e guardar nossas memórias, nossa História.

FONTE:

FELIZARDO, Adair; SAMAIN, Etienne. A fotografia como objeto e recurso de memória. Discursos fotográficos. Londrina, v.3, n.3, p.205-220, 2007. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/discursosfotograficos/article/view/1500/1246> Acesso em: dez. 2016.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Aprender História: significando as aprendizagens

Fonte: http://blog.ensinandoaviver.com.br/flaviana/wp-content/uploads/2016/04/20160413_172258.jpg


Aprender História não costuma ser agradável nem interessante para a maioria dos alunos. É um desafio ao professor despertar no aluno a curiosidade e interesse em compreender o que significa aprender a Histórica. E este é um trabalho que pode ser iniciado já na Educação infantil e nos Anos Iniciais.
Segundo  Cooper é importante trabalhar a identidade dos alunos, num processo que se inicie nos alunos, seus interesses, o tempo e as mudanças na vida das crianças, suas biografias, compreensão da ideia de continuidade. A compreensão do conceito do tempo é fundamental para que haja a aprendizagem significativa das crianças. Cooper ainda destaca a importância de ensinar o passado sem que seja sob uma única perspectiva, já que a História é um processo dinâmico.
Várias atividades são possíveis de serem realizadas visando introduzir as crianças à compreensão sobre o estudo da História e sua importância em nossa vida.
Pode-se iniciar um trabalho com resgate de imagens de sua família, seus pais, avós (como um esquema de árvore genealógica), e levar que observem os contextos de cada fotografia, as vestimentas, o tipo de imagens, entre outros aspectos, fazendo um comparativo e análise.
Ainda, para a compreensão do tempo é possível fazer outra atividade que integra as crianças com outras gerações. Como sou professor de 1º Ano no início do ano propus o resgate de brinquedos e brincadeiras pelos alunos, com o uso de materiais de reuso (sucata) que fossem construídas com suas famílias e os pais conversassem com os filhos sobre o seu uso, importância. Depois cada aluno trouxe o brinquedo construído e apresentou aos colegas.
Ainda, o resgate de imagens da cidade em várias épocas diferentes de determinadas paisagens, construções. É possível analisar com as crianças as diferenças nas paisagens ao longo do tempo, entre outros aspectos. Até mesma com relação a escola em diferentes épocas.
Hilary defende “[...] que descobrir o passado é um contexto ideal para trabalhar com pais e a comunidade local (pág. 183).
Outra possibilidade, como aponta a autora, é o trabalho com lendas. Aqui no Sul temos muitas lendas conhecidas, podem ser trabalhadas com os alunos, representadas. O desenvolvimento da imaginação na criança é fundamental para este processo.
Segundo Copper, descobrir o passado [...] auxilia crianças a respeitarem culturas, ter consciência da sua própria e a considerar a consequência das ações” (pág. 184).
Neste sentido, é fundamental que se repense a prática docente no sentido de tornar significativa a aprendizagem das crianças, para que participem ativamente do processo e sejam transformadoras.

REFERÊNCIA
COOPER, Hilary. Aprendendo e ensinando sobre o passado a crianças de três a oito anos. (tradução)

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Lembrando da Infância, das origens.....

         Muito legal a proposta da professora Zita para interdisciplina de História....
        O primeiro desafio foi o de produzir o vídeo como decidi ser professor.....fiz uma boa reflexão e logo me surgiram ideias...achei que 30 segundos seria o tempo máximo e quando vi produzi quase 2 minutos.....
         Muito legal a experiência...lembro que minha decisão tem origem familiar, minha mãe é professora e sempre acompanhei a rotina escolar participando de festas, acompanhando-a, no interior a participação na escola é muito ativa.....
           Eis o desafio de ser professor hoje.....inquietação esta que me levou a buscar o PEAD/UFRGS.
          


         Outra atividade muito legal foi a de escolher algum objeto que nos levasse à nossa reminiscência....logo pensei em fotografias de quando era bebê....
            Uma história que muito me contam, inclusive minha tia, que no meu primeiro ano de vida, quando estavam comemorando numa festinha, minha tia quis me carregar no colo e sem querer pegou de mau jeito no meu bracinho...e eu não parei mais de chorar...sabe o motivo? Havia destroncado meu braço......tadinho do bebê...claro, que foi sem querer... Lembro da casa onde vivíamos, tinha um muro de pedras, próximo ao arroio...saudades da infância feliz!